vineri, 27 iulie 2007

Nos EUA, "Advogado alega que 'Ladies Nights' discriminam homens"

Embora não corresponda ao âmbito territorial que acompanho, não resisto a reportar esta notícia, divulgada pelo Diário Digital, até porque os resultados do caso podem ter efeitos reais para além das fronteiras da jurisdição dos Estados Unidos, "Roy Den Hollander, advogado em Manhattan, interpôs num tribunal federal uma acção que, caso a ganhe, terá repercussões a nível nacional - ele alega que as 'Ladies Nights' nos bares são inconstitucionais porque fazem discriminação de preços com base no género.
'Estou cansado de ver violados os meus direitos e de ser tratado como um cidadão de segunda classe', alega o causídico. O que tanto enfurece Hollander é a prática das 'Ladies Nights', generalizada pelos bares e clubes da cidade de Nova Iorque, noites em que as mulheres não pagam entrada e têm desconto nas bebidas ou lhes são oferecidas algumas bebidas.
'Este processo é sobre uma questão constitucional, o que quer dizer que se eu ganhar, em teoria qualquer pessoa na América poderá interpor um processo semelhante e utilizar este como precedente', explica Hollander.
Os analistas consideram ser muito difícil a Hollander ganhar o processo, pois terá que provar que se trata de uma questão genuinamente constitucional. No processo, Hollander afirma que os descontos e as regalias das 'Ladies Nights' violam a 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante igual protecção a todas as pessoas em 'situações semelhantes'."
Este artigo está disponível em texto integral.

Nota: este assunto foi primeiramente tratado nesta peça de Andy Geller, publicada no New York Post.