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vineri, 19 februarie 2010

Pesquisa Carnaval 2010

Perfil do turista estrangeiro que visita o Rio no Carnaval ‐ 2010

Os cursos de Turismo e Hotelaria da UniverCidade, o Site Consultoria em Turismo Bayard Boiteux, a Fundação Cesgranrio com o apoio da Planet Work realizaram de 14 a 17 de fevereiro de 2010, uma pesquisa com 1000 turistas estrangeiros, que estavam no Rio, para o carnaval nos bairros de Copacabana, Ipanema, Leblon, São Conrado, Barra, Flamengo, Glória, Catete, Centro e Santa Teresa.
A pesquisa foi coordenada pelos professores Bayard Boiteux e Mauricio Werner,
respectivamente presidente e diretor do Ipetur, o Instituto de Pesquisas e estudos do Turismo da UniverCidade, que auditou a pesquisa. Os turistas foram entrevistados por 60 (sessenta) alunos dos cursos de Turismo e hotelaria da UniverCidade. A margem de erro é de 3%.

Seguem os resultados da pesquisa:
Sexo: 53% masculino / 47% feminino
Nível de Escolaridade: 10% Fundamental / 35% Ensino médio / 55% ensino superior
Meio de Transporte: 67% aéreo / 28% marítimo /5% terrestre
Forma de hospedagem: 70% hotéis / 16% apartamentos de temporada / 8% casa de amigos / 6% hospedagem domiciliar
Países de origem: 21%Estados Unidos / 17% França / 14% Alemanha / 11% Itália / 10% Portugal / 8% Argentina / 7% Japão / 5% Chile / 4% Canadá / 2% Uruguai / 1% México
Gasto Médio: de USD 60/USD 80‐15% / de USD 81/USD 120‐28% / de USD 121/USD 180‐44% / mais de USD 180 USD‐13%
Pontos Negativos: 29% sujeira / 23% segurança / 18% informação turística / 12% sinalização turística / 9% ingressos do sambódromo / 7% metro / 2% taxis
Pontos Positivos: 32% eventos carnavalescos nas ruas (blocos) / 24% população anfitriã / 19% prestação de serviço / 13% diversidade cultural / 8% natureza exuberante / 4% transporte urbano
Desfiles no sambódromo: 60% esteve no sambódromo / 40% não esteve
Avaliação dos desfiles no sambódromo: 75% excelente / 14% Muito bom / 7% bom / 4% ruim
Faixa Etária: 18/25 anos ‐ 18% / 26/40 anos ‐ 39% / 40/55 anos ‐ 27% / 56/70 anos ‐ 11% / Mais de 70 anos ‐ 5%
Avaliação da Segurança em áreas turísticas: excelente ‐ 10% / muito boa ‐ 14% / Boa ‐ 28% / ruim ‐ 37% / muito ruim ‐11%
Atrativos Turísticos mais visitados: Pão de Açucar ‐ 35% / Praias - 26% / Corcovado - 22% / Jardim Botânico ‐ 12% / Atrativos culturais ‐ 5%
Frequencia da Viagem: 75% vieram ao Rio pela primeira vez / 14% vieram ao Rio pelo menos 2 vezes / 11% já veio ao Rio mais de 3 vezes
Satisfação: 87% pretendem voltar ao Rio / 13% não pretendem
Outras Cidades Visitadas: Paraty ‐ 27% / Buzios - 18% / Petropolis - 13% / Salvador - 10% / Niterói - 8% / Recife - 6% / Porto de Galinhas - 4% / Foz do Iguaçu - 9% / Manaus - 5%
Forma de organização da viagem: 68% viaja por conta própria / 32% através de uma agência
Modo de viajar: 45% viaja com amigos / 35% viaja com a família / 20% viaja sozinho
Permanência média: 1/3 dias - 10% / 4/7 dias - 70% / Mais de 8 dias - 20%

Segundo o Prof Bayard Boiteux, a cidade recebeu durante o Carnaval 700 000 turistas, sendo que 40% dos mesmos eram estrangeiros. Ele ressalta que tal fluxo representa aproximadamente uma receita de 540 milhões de dólares. Disse que o Carnaval de rua - leia-se blocos - tem hoje um apelo muito grande nos estrangeiros, que cada vez mais viajam por conta própria e deixou claro que houve uma melhoria no aspecto qualitativo dos consumidores.

vineri, 25 septembrie 2009

Lei da Animação Turística: um quadro consensual

Enquanto a lei das agências de viagens ficou ensombrada pela fracturante questão do Provedor do Cliente, na lei animação turística o consenso entre o Governo e a respectiva associação empresarial constitui a tónica dominante.

A actual disciplina da animação turística e dos operadores marítimo-turísticos figura no Decreto-Lei nº 108/2009, de 15 de Maio, substituindo a anterior legislação que datava de 2000, a primeira a regular de forma sistematizada esta importante actividade.

A estrutura da actual legislação, tal como a anterior, apresenta semelhanças com a das agências de viagens.

A nova lei permite que para além de pessoas colectivas, designadamente as sociedades comerciais, também possa ser exercida por pessoas singulares, através da figura do empresário em nome individual.

Opera-se uma distinção entre actividades próprias e acessórias das empresas de animação turística.

Surge-nos um tratamento mais desenvolvido para as actividades de turismo de natureza e para as marítimo-turísticas.

Quanto às actividades de turismo de natureza a sua caracterização decorre de dois factores: o local onde se desenvolvem (áreas classificadas ou outras com valores naturais) e o seu reconhecimento pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB).

As actividades marítimo-turísticas caracterizam-se pela utilização de embarcações com fins lucrativos, figurando numa extensa listagem de modalidades, designadamente: passeios marítimo-turísticos, aluguer de embarcações com e sem tripulação, táxi fluvial ou marítimo, pesca turística, aluguer ou utilização de motas de água e de pequenas embarcações dispensadas de registo, serviços de reboque de equipamentos de carácter recreativo, tais como bananas, pára-quedas e esqui aquático.

Também aqui nos deparamos com um princípio de exclusividade, ou seja, um conjunto de actividades que a lei reserva para as empresas de animação, embora comportando excepções. Com efeito, permite-se que as agências de viagens possam aceder ao exercício das actividades de animação turística bem como as empresas proprietárias ou exploradoras de empreendimentos turísticos.

O exercício das actividades de animação turística por parte de associações, fundações, misericórdias, mutualidades, IPSS, institutos públicos, clubes e associações desportivas, associações ambientalistas, associações juvenis e outras entidades similares depende da verificação cumulativa de um extenso conjunto de requisitos.

Prevêem-se acentuados deveres de informação, em sede pré-contratual e na sequência da formação do contrato.

A ligação das actividades de animação turística com o ambiente pressupõe naturalmente a observância de algumas regras. Desde logo, o cumprimento das disposições legais e regulamentares em matéria de ambiente.

O dever de contribuir para a preservação ambiental decorre de duas atitudes opostas. Por um lado, maximizando a eficiência na utilização dos recursos, por outro, minimizando a produção de resíduos, ruído, emissões para a água e atmosfera, bem como os impactos no património natural.

Quando desenvolvidas em áreas protegidas as actividades devem observar dois importantes instrumentos: os planos de ordenamento e as cartas de desporto de natureza.

A inscrição no Registo Nacional dos Agentes de Animação Turística (RNAAT) constitui um requisito indispensável para o uso da denominação de empresa de animação turística ou de operador marítimo-turístico.

No caso de a empresa de animação turística pretender obter o reconhecimento das suas actividades como Turismo de Natureza, o Turismo de Portugal, I.P. envia o processo ao ICNB.

O registo dá lugar ao pagamento de uma taxa única. Em regra de 1500 €, excepto para as empresas certificadas como micro-empresas em que é reduzida para 950 €. No registo de operadores marítimo-turísticos o valor é de 245 €.

Na eventualidade de se encontrarem ultrapassados os prazos do licenciamento, à semelhança da comunicação da decisão de abrir ao público prevista para os empreendimentos turísticos e para os estabelecimentos de restauração ou de bebidas, prevê-se a entrega ao Turismo de Portugal, I.P. de uma declaração prévia de início de actividade na qual o requerido se responsabiliza pelo cumprimento dos requisitos. Complementarmente deve proceder ao pagamento da taxa.

O RNAAT baliza as actividades a desenvolver pelas empresas, ou seja, legalmente só podem prosseguir aquelas que figurarem no registo público.

O cancelamento do registo pode ocorrer mediante despacho do presidente do Turismo de Portugal, I.P., num circunstancialismo minuciosamente descrito na lei, como a falta de alguns dos requisitos legais, a não entrega do comprovativo de que os seguros se encontram em vigor, a insolvência ou extinção da empresa, a sistemática violação da Lei da Animação Turística, bastando para o efeito que no prazo de dois anos tenha praticado três ilícitos contra-ordenacionais punidos com coima.

Um dos capítulos mais importantes é o do reconhecimento das actividades como turismo de natureza que é da competência do ICNB, indispensável para que as empresas de animação possam oferecer um conjunto de serviços da Rede Nacional de Áreas Protegidas (fora dos perímetros urbanos) como é o caso dos passeios pedestres.

Relativamente às garantias das empresas de animação turística consistem num seguro de responsabilidade civil e de actividades pessoais cobrindo os riscos decorrentes das actividades que figuram no registo. Complementarmente um seguro de assistência às pessoas válido exclusivamente no estrangeiro.

De harmonia com o princípio comunitário da liberdade de estabelecimento, consagra-se a possibilidade de as pessoas singulares e colectivas estabelecidas noutro Estado-membro da União Europeia poderem exercer actividades de animação turística em Portugal, ocorrendo uma atenuação das formalidades.

Uma pequena nota neste meu último artigo antes do importante acto eleitoral de 27 de Setembro, numa conjuntura em que muito se fala de asfixia democrática e do poder económico condicionando os media. Em Março de 2006 surgiu, neste jornal, a minha primeira reflexão crítica sobre o PRACE e as suas consequências no turismo, tendo a partir de então produzido um conjunto de textos em que questionei regularmente alguns dos aspectos mais sensíveis da política de turismo do XVII Governo Constitucional. Poucos foram os aplausos como sucedeu no recuo na decisão de também extinguir o Instituto de Turismo de Portugal. O tom crítico foi, infelizmente, crescente e dominante. Com o aproximar das eleições dediquei-me a outras matérias porquanto já não era o tempo de tentar influenciar qualquer medida. Durante este longo, exigente e difícil período, o Publituris foi um espaço de total liberdade, em que os únicos limites foram aqueles que impus a mim próprio, o exercício de uma cidadania irreverente mas responsável. Bem hajam!

Outra relativa à ESHTE. Tomou recentemente posse o novo presidente, Fernando João Moreira, que num momento particularmente difícil assumiu uma atitude inclusiva, que lhe poderia ter comprometido a eleição mas que criou objectivamente condições para o relançamento de uma instituição com um extraordinário potencial mesmo no plano internacional.

In Publituris nº 1088, de 25 de Setembro de 2009, pág. 4

miercuri, 25 februarie 2009

Quem é o turista estrangeiro,que visita o Rio,no carnaval?

O Instituto de Pesquisas e estudos do Turismo (Ipetur) da UniverCidade, a Fundação Cesgranrio e a Planet Work realizaram de 21 a 24 de fevereiro de 2009, uma pesquisa com 400 turistas estrangeiros, que estavam no Rio,para o carnaval nos bairros de Copacabana, Ipanema, Barra, São Conrado, Flamengo, Santa Teresa e Leblon. A pesquisa foi coordenada pelos professores Bayard Boiteux e Mauricio Werner, respectivamente presidente e diretor do Ipetur, com o auxílio de 30 (trinta) alunos dos cursos de Turismo e Hotelaria da UniverCidade. A referida pesquisa foi auditada pelo Ciret-Centre International de Recherches et Etudes Touristiques, com sede em Aix em Provence, na França, considerado o maior centro de pesquisas e documentação em Turismo, no mundo. A margem de erro é de 2.8%

Seguem os resultados da pesquisa:

Sexo: 55% masculino / 45% feminino
Nível de Escolaridade: 20% Fundamental / 45% Ensino médio / 35% ensino superior
Meio de Transporte: 70% aéreo / 25% marítimo / 5% terrestre
Forma de hospedagem: 65% hotéis / 20% apartamentos de temporada / 10% casa de amigos / 5% hospedagem domiciliar
Países de origem: 24% EUA / 15 % Alemanha / 13% Portugal / 11% França / 9% Espanha / 7% Itália / 6% Argentina / 5% Grã –Bretanha / 4% chile / 3% Uruguai / 2% Japão / 1% Austrália
Gasto Médio: De USD 60/USD 80-18% / De USD 81/USD 120-39% / De USD 121/USD / 180-28% / Mais de USD 180 USD-15%
Pontos Negativos: 34% População de Rua / 28% Segurança / 21% Informação Turística / 14% preços dos ingressos do Sambódromo / 3% taxis
Pontos Positivos: 30% Animação nas ruas / 25% População anfitriã / 20% limpeza da cidade / 15% condições climáticas / 10% natureza exuberante
Desfiles no Sambódromo: 65% esteve no Sambódromo / 35% não esteve
Faixa Etária: 18/25 anos-22% / 26/40 anos-40% / 40/55 anos-20% / 56/70 anos -11% / Mais de 70 anos-7%
Avaliação da Segurança em áreas turísticas: Excelente-15% / Muito boa-27% / Boa-30% / Ruim-19% / Muito ruim -9%
Atrativos Turísticos mais visitados: Pão de Açucar-30% / Corcovado-27% / Praias-21% / Jardim Botânico-12% / Atrativos culturais-10%

luni, 9 februarie 2009

"Novo diploma resolve quase todos os problemas da Animação Turística"

Nos termos de um artigo da jornalista Carina Monteiro, constante do Publituris, como aqui demos conta, "Na passada quinta-feira, dia 5, o conselho de ministros aprovou o novo regime jurídico das empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos, uma reivindicação antiga do sector. 'Depois de termos lutado tantos anos pela criação de um diploma que se adequasse às realidades e necessidades do sector da Animação Turística, só podemos estar muito satisfeitos com o conteúdo do novo diploma porque ele resolve, de facto, a quase totalidade dos problemas que poderiam ter solução no âmbito desta alteração legislativa', disse Ana Barbosa, presidente da Secção de Animação Turística da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos (APECATE), em declarações ao Publituris.
A responsável realçou, ainda, o significado deste decreto-lei enquanto 'diploma inovador para um subsector do Turismo, uma vez que procura aplicar à realidade da Animação Turística as normas fundamentais da Directiva europeia para os Serviços'." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este texto pode ser lido na íntegra.

vineri, 6 februarie 2009

Governo Português aprovou os Novo Regime Jurídicos das Empresas de Animação Turística e dos Operadores Marítimo-Turísticos

Como dá conta o Ambitur, ontem "Foi aprovado em Conselho de Ministros o novo regime jurídico das Empresas de Animação Turística e dos Operadores Marítimo-Turísticos, completando-se a reforma do quadro legislativo do sector do turismo, em cumprimento do Programa Simplex.
Este Decreto-Lei, que congrega num único diploma o regime de acesso às actividades de animação turística – actualmente sujeitas a quadros normativos diversos e a múltiplos processos de licenciamento –, dá também inicio à simplificação e agilização do acesso desta actividade.
Assim, é criado o Registo Nacional de Agentes de Animação Turística, que contém uma relação actualizada dos agentes a operar no mercado, 'garantindo-se a monitorização e acompanhamento da evolução do sector mais próximos da realidade', segundo o decreto-lei.
Com a implementação de um sistema de 'balcão único', com vista a facilitar a relação dos empresários com a Administração Pública, é viabilizado o acesso às várias actividades de animação turística mediante o pagamento de uma 'taxa única', transferindo-se para o Estado a obrigação da troca de informação e repartição da receita entre entidades públicas envolvidas no processo.
Com a aprovação do novo regime jurídico das Empresas de Animação Turística e dos Operadores Marítimo-Turísticos é permitido o acesso à actividade de pessoas singulares e é eliminada a exigência de capital mínimo no que respeita às sociedades comerciais.
No mesmo sentido, são eliminados os procedimentos dispensáveis e é introduzido o princípio da desmaterialização através da consagração da comunicação preferencial por via electrónica, em contrapartida são estabelecidos requisitos mais exigentes para o exercício da actividade, tendo em vista a qualificação da oferta, a protecção dos recursos naturais e a salvaguarda dos interesses dos utentes." (As hiperligações foram acrescentadas)

miercuri, 3 septembrie 2008

Casi todo, prohibido en Italia

Los alcaldes italianos se han propuesto convertir sus municipios y ciudades en los lugares más cívicos, limpios y respetuosos de todo el mundo, en aras de la seguridad para sus ciudadanos y los turistas y defender las normas del buen comportamiento y el decoro. De ahí que hayan decidido poner en marcha decretos en los que se prohíben las acciones más inverosímiles.
A raíz de un decreto firmado el pasado 5 de agosto por el ministro italiano de Interior, Roberto Maroni, que aumenta los poderes de los gobernantes de las ciudades italianas en materia de seguridad ciudadana, los alcaldes se han tomado la justicia por su mano y han comenzado a emitir prohibiciones de muy diversa índole, hasta el punto de que la prensa del país los ha bautizado ya como ‘alcaldes-sheriff’.
Acciones como comer pizza en la calle puede acarrear una multa de 150 euros, lo mismo pasa si la policía encuentra a alguien mendigando. Dar de comer a las palomas o sentarse en un banco de un parque público más de tres personas también está penalizado, esto último con la excusa de prevenir el tráfico de drogas. En Qualiano, una localidad cercana a Nápoles, su alcaldesa ha decidido prohibir la venta de alcohol en los locales de la ciudad, a partir de hoy mismo, desde las 22:00 horas todos los viernes, sábados y domingos. Otros municipios han prohibido la mendicidad para que ello no moleste ni cause desagrado a los turistas, sin embargo en Florencia sí que se puede llevar a cabo esta actividad siempre y cuando se esté sentado o de pie y sin la compañía de animales ni menores.

Prohibidos el alcohol y los masajes
Pasearse por Génova con una botella de vino o una lata de cerveza en la mano se puede castigar ahora con multas de 25 a 500 euros. Igualmente el hecho de merendar o comer en plazas y calles de Roma cercanas a monumentos turísticos, está mutado. Por otra parte si los ‘carabinieri’ sorprenden a alguien tirando una colilla de cigarrillo al suelo o fumando en una playa, la sanción puede alcanzar la friolera de los 300 euros. En la costa norte de la región de La Toscana, tradicionalmente visitada por alemanes e ingleses, se han prohibido los masajes estéticos o terapéuticos en lugares públicos hechos por vendedores ambulantes, con la excusa de que muchas veces carecen de los requisitos elementales de higiene y quienes los practican utilizan ungüentos y bálsamos de origen dudoso que podrían causar infecciones. De la misma manera en la zona de Forte del Marmi, a la que acuden los personajes más característicos de la jet set, se ha prohibido cortar el césped de viernes a domingo para no perturbar la tranquilidad de los visitantes y el alcalde de Monte Argentario está estudiando la posibilidad de prohibir la venta de chicles para evitar que la gente los tire al suelo en la calle.

Las quejas de los turistas españoles
Las reclamaciones y quejas más frecuentes de los turistas que viajan a Italia suelen estar relacionadas con retrasos, pérdidas de equipaje o publicidad engañosa, según informan desde FACUA. Por otra parte la oficina italiana de turismo en España añade que las reclamaciones de los turistas españoles “suelen estar relacionadas con los billetes de tren -ya que en Italia hay que marcarlo antes de subirse a él-, o de autobús”. Asimismo también reciben “reclamaciones relacionadas con los hoteles, cuya categoría no responde a la solicitada, así como sus servicios”. HOSTELTUR también ha investigado algunas quejas -más de 100- que circulan por internet y que se centran en multas de tráfico “sospechosas” recibidas desde Italia, que aseguran que se ha cometido una infracción. De hecho existen hasta nueve foros dedicados a este tema, y en la mayoría de ellos los usuarios aseguran no haber cometido ninguna falta. Uno de estos post publicado en marzo de este año reza así:“Hola a todos. Si lo vuestro es sorprendente, lo mío es increíble: Me ha llegado por carta certificada multa por exceso de velocidad en Venecia, con retirada asociada de dos puntos del carnet, supuestamente cometida el 22 de septiembre de 2006. ¡Lo increíble es que hace 20 años que no piso Italia (desde 1988 con el colegio)! ¡Lo increíble es que la falsa infracción tiene una antigüedad de año y medio! ¡Lo increíble es que desconozco de donde narices han sacado estos personajes mis datos!”. Desde la Oficina del Consumidor Europeo apuntan que sí han recibido llamadas para pedir información sobre las multas de tráfico emitidas desde Italia. Asimismo añaden que los consumidores afectados pueden acudir al Centro SOLVIT en España, organismo que se dedica a resolver los problemas provocados por la aplicación incorrecta de la legislación relativa al mercado interior por parte de autoridades públicas.Fuentes de la oficina italiana de turismo han afirmado que “si la multa te llega por un coche que has alquilado, tiene que hacerse responsable la empresa y no el cliente, ya que la policía no tiene tus datos y es la compañía la que los revela”.
Xisca Muñoz/Álvaro Quijano (actualidad@hosteltur.com/agencias@hosteltur.com)

marți, 26 august 2008

"Turismo do Algarve tutela animação turística"

Como dá conta a jornalista Joana Emídio no Publituris, "A entidade Turismo do Algarve vai manter sob a sua alçada a animação turística da região. Esta garantia foi dada pelo Governo, em consequência de um pedido de clarificação acerca das competências previstas nos novos estatutos definidos para esta entidade.
A extinção da região de Turismo do Algarve e a sua transformação em Turismo do Algarve prevê a entrada de privados na nova entidade como membros associados e com assento na assembleia geral.
António Pina, presidente da comissão instaladora da Entidade Regional de Turismo do Algarve, considera que esta mudança vem permitir o alargamento das competências do Turismo do Algarve. De entre as novas atribuições conta-se a possibilidade de ter um parecer não vinculativo na autorização de empreendimentos turísticos, a participação nos sistemas de incentivo e na gestão de fundos de apoio a projectos do sector, para além da já referida animação turística." (As hiperligações foram acrescentadas)

miercuri, 16 aprilie 2008

"Pescadores desportivos com colete salva-vidas"

Nos termos de um artigo do jornalista José Manuel Oliveira, publicado no Diário de Notícias de hoje, "'Vou ali pescar e já volto para jantar.' É este o slogan de uma campanha a lançar, em Junho, no Algarve, e destinada a sensibilizar as centenas de pessoas que se dedicam à pesca lúdica nas falésias para o uso de colete de salvação, a fim de prevenir o risco de quedas mortais, como tem sucedido nos últimos anos, sobretudo nos concelhos de Vila do Bispo e Aljezur, na Costa Vicentina.
A iniciativa foi anunciada ontem pela governadora civil do distrito de Faro, Isilda Gomes, no final de uma reunião realizada na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve com autarcas, responsáveis da Protecção Civil e representantes da Autoridade Marítima. Foi, de resto, esta entidade que alertou para a necessidade de os pescadores desportivos passarem a usar coletes por se tratar de um equipamento que 'salva muitas vidas'." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este texto está acessível na íntegra.

marți, 12 februarie 2008

A Roda Gigante de Copacabana

O Rio de Janeiro ganhou uma nova atração durante o verão; a roda gigante de Copacabana, instalada num dos atrativos turísticos, mais bonitos da cidade, o Forte de Copacabana. A sua duração foi rápida e talvez se repita no próximo verão mas é vital destacar, que nas pesquisas feitas sobre o perfil do turista nacional e internacional, desenvolvidas pela Prefeitura do Rio e UniverCidade, durante o Carnaval, ela apareceu entre os cinco atrativos turísticos mais visitados, apesar da chuva, que deu uma paisagem diferente a cidade maravilhosa.
Desde o sambódromo e da recém criada Cidade do Samba, o Rio não havia experimentado novos atrativos turísticos. É bom lembrar que a London Eye, em Londres é hoje uma parada obrigatória para qualquer turista que visita a capital britânica. A Singapore Flyer que será inaugurada em março, será a maior roda gigante do mundo, com cento e sessenta e cinco metros, que vai permitir a visão de três países. Paris, também, no início do Champs Elysees tem a sua, assim como Sharjah, nos Emirados Árabes, para citar apenas alguns exemplos.
Sentimos uma necessidade grande da cidade maravilhosa diversificar a sua oferta turística. A Prefeitura do Rio vem se empenhando bastante, com a Cidade da Musica, para citar um exemplo concreto,de investimento em prol do Rio. No entanto, a iniciativa privada precisa demonstrar mais criatividade, em seus empreendimentos, não se limitando a aberturas de novos hotéis ou agências, que embora fundamentais precisam de novas opções de comercialização, para poder brigar, num mercado cada vez mais competitivo e que para sobreviver, acaba praticando preços predatórios.
O boom do turismo carioca passa por uma política planejada a médio e longo prazo, hoje vislumbrada no chamado Plano de Turismo Rio +, que prevê um crescimento ordenado da cidade nos próximos anos, baseado em metas, capazes de serem medidas. A força de uma cidade tem como pressuposto a constante inovação. Os parques da Disney são um exemplo: as pessoas viajam várias vezes para Orlando, pois a cada ano, o parque ganha algo diferente. O empreendedorismo é a palavra chave da sobrevivência dos que se dedicam ao turismo. A certeza de continuar nos mercado parte da premissa de que temos que constantemente pensar no amanhã e analisar nossos concorrentes.
A roda de Copa vai ficar para sempre nas nossas mentes e esperamos volte logo a se instalar definitivamente na cidade maravilhosa.

Bayard Boiteux e Mauricio Werner dirigem a Escola de Turismo e Hotelaria da UniverCidade.

miercuri, 6 februarie 2008

"Portugal sem legislação sobre guarda de animais selvagens"

O Diário Digital denuncia que "Portugal não tem qualquer legislação específica sobre como cada espécie animal deve ser alojada e mantida, disse hoje à Lusa Eric Ruivo, do Jardim Zoológico de Lisboa.
'Não existe infelizmente em Portugal qualquer legislação específica sobre como cada espécie deve ser alojada e mantida. Só existe legislação geral relativamente ao licenciamento de parques zoológicos', salientou aquele responsável, do Serviço de Colecções Animais, Ciência e Conservação, do zoo de Lisboa.
A legislação geral referida por Eric Ruivo é o Decreto-lei 59/2003, que transpôs para a ordem jurídica portuguesa uma directiva comunitária. A directiva comunitária diz respeito à detenção de animais da fauna selvagem em parques zoológicos, e estabelece as normas para a manutenção e bem-estar dos animais, licenciamento e inspecções dos parques, gestão das colecções, promoção de estudos científicos, salvaguarda da biodiversidade e a educação pedagógica dos visitantes.
'Não há (no decreto-lei) referência absolutamente nenhuma sobre as condições de detenção de espécie a espécie, de cada animal', salientou. Este diploma permite o licenciamento e existência de parques zoológicos, mas, acusa Eric Ruivo, 'não é aplicado'. 'Os parques novos que não foram licenciados continuam abertos', acusou, e essa situação representa uma 'concorrência desleal' ao Jardim Zoológico de Lisboa. 'O que mais confusão me faz é que parques que não estão licenciados continuam abertos', disse." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo pode ser lido em texto integral.

vineri, 1 februarie 2008

Carnaval de São Paulo começa hoje.

A matéria de Rodrigo Brancatelli no jornal "O Estado de São Paulo", informa que o Sambódramo deve receber ao todo 28 mil turistas. A expectativa da Prefeitura é a de que dos 140 mil expectadores dos desfiles, 28 mil sejam turistas. O aumento é de 17% em relação ao Carnaval de 2007. Neste ano o Sambódramo conta com com diversas novidades. Um dos desfiles mais aguardados é o da Unidos de Vila Maria, que falará sobre os cem anos da imigração japonesa. A escola promete levar mais de mil japoneses em suas alas - as baianas, por exemplo, estarão vestidas de gueixas, com sombrinhas de bambu trazidas do Japão. Até mesmo a madrinha da bateria será uma autêntica japonesa. Quase todos os ingressos já estão vendidos, há apenas alguns lugares no setor E, que custam R$140 e R$700. Para camarote do Bar da Brahma no Sambódramo os ingressos custam R$1.100.
Fonte: jornal impresso "O Estado de São Paulo" (texto com adaptações e links acrescentados)
Links relacionados: São Paulo Turismo

marți, 22 ianuarie 2008

O Carnaval e o Turismo

Devagar, o país vai sendo tomado pela folia carnavalesca. Aos poucos, os primeiros blocos invadem as ruas e as cidades são tomadas por uma grande alegria. Normalmente, se enfeitam, para criar o verdadeiro clima da festa e organizam inúmeros bailes populares. O Rio, com seu sambódromo, criado na gestão Leonel Brizola foi copiado por outros estados e hoje merece aplausos, pela sistematização que possibilita ao maior evento do planeta, como sempre afirmamos, dentro de nossa modéstia, já conhecida. Fazemos, páreo duro hoje com Dubai, mais bonito, melhor, mais alto, único etc...
O evento também, pelas suas proporções é um exemplo de segurança. Nunca ocorreu nenhum problema com turistas estrangeiros na Passarela do Samba ou ainda nos famosos blocos de Olinda ou Salvador. Com uma organização extremamente complexa, o Carnaval tem amadurecido e proposto novas vertentes. No caso do Rio, a gestão Cesar Maia tem se preocupado com o estimulo aos blocos, ao carnaval de rua, sem se descuidar do desfile das escolas de samba.
As cidades ficam repletas de turistas nacionais e estrangeiros, que se deixam levar pela música, que os faz mexer e pensar, muitas vezes, como um povo, com tantos problemas sociais e econômicos tem ainda no sangue o sorriso e o gingado, característico de nossa gente. Os bicheiros, que sempre foram os grandes mecenas das escolas de samba foram se afastando e sendo substituídos em alguns casos, por traficantes. O assunto é tabu e as autoridades preferem não entrar muito a fundo em tais assuntos.
No entanto, um problema nos preocupa: a mobilidade do calendário, para a realização do evento, ligado ao feriado religioso. O ano de 2008, por exemplo, com o carnaval na primeira semana de fevereiro vai representar um prejuízo grande para hoteleiros e operadores de receptivo. É como se fosse o fim da alta estação. Assim, somos favoráveis a que o evento aconteça, em data fixa, sempre na primeira semana de março e que os desfiles principais nos sambódromos aconteçam aos sábados e domingos. Com tal ordenamento, o calendário das cidades ganharia muito, acreditamos e possibilitaria uma melhor comercialização dos meses de alta estação, que normalmente atraem os mercados emissores, por força do fator climático. Ficamos apenas preocupados com a máxima de que o país só começa realmente a trabalhar, após o carnaval, o que retardaria ainda mais o início do mundo do trabalho.
Temos bastante tempo, para pensar e ouvir os envolvidos. A hora agora é de cair no samba, dançar, pensando sempre que não devemos nos descuidar de amanhã, mas que temos que aproveitar cada momento de paz e saúde, que a vida nos dá.
O carnaval vem aí e nós estamos prontos para mostrar mais uma vez, ao mundo, a arte de sambar e encantar com o molejo inigualável de nossas almas felizes e cantantes.

Bayard Do Coutto Boiteux é diretor da Escola de Turismo e Hotelaria da UniverCidade e palestrante. (www.bayardboiteux.pro.br)
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vineri, 7 decembrie 2007

Copa de 2014 no Brasil

Algumas cidades brasileiras disputam o direito de receber os jogos da Copa de 2014 a ser realizada no Brasil.
No total, 21 candidaturas apresentaram seus projetos: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife/Olinda (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).
Especificamente quanto ao projeto entregue pela cidade do Recife e Olinda, o ponto forte é a promessa de uma arena moderna e a bancada com dinheiro privado e o ponto fraco da candidatura é o alto nível de violência de ambas as cidades. Uma dica válida para estas duas cidades e para as outras candidatas é a utilização dos ônibus panorâmicos como à exemplo de Salvador.
No âmbito geral das cidades candidatas, alguns problemas deverão ser resolvidos nos próximos sete anos: segurança, estádios e transporte. Como sabemos, estes eventos movimentam uma visibilidade cultural, financeira e hoteleira importantes para o crescimento interno e externo do Brasil. Assim, espero que o Brasil faça as honras da casa e saiba retribuir este voto de confiança em sediar uma Copa do Mundo.

Fonte: http://g1.globo.com

luni, 3 decembrie 2007

Demanda inusitada

Revoltado por não ter conseguido beijar nenhum integrante de uma festa popular promovida pela Prefeitura de Guararapes do Norte ( 230 km de Rio Branco - Acre) no último mês de maio, o estudante universitário J. C. A. ajuizou uma ação judicial bastante inusitada em face daquela Municipalidade. A referida demanda cuidava-se de um pedido de indenização por danos morais motivado pelo descontentamento do jovem, cujas razões foram colocadas da seguinte forma na exordial: " Após quase dez horas de curtição e bebedeira, não havia conquistado a atenção de sequer uma das muitas jovens que corriam atrás de um trio elétrico, visivelmente transtornada".
Ainda segundo o autor, que diagnosticou na falta de organização da prefeitura a causa de sua queixa, todos os seus amigos saíram da festa com histórias para contar. Em sua contestação, a prefeitura de Guararapes do Norte ponderou tratar-se de "demanda inédita, sem qualquer presunção legal possível", porque não caberia a ela qualquer responsabilidade no sentido de "aliciar membros da festividade para a prática de atos lascivos, tanto mais por se tratar de comemoração de caráter familiar, na qual, se houve casos de envolvimento sexual entre os integrantes, estes ocorreram nas penumbras das ladeiras e nas encostas de casarões abandonados, quando não dentro dos mesmos, mas sempre às escondidas".
Entretanto, apesar da aparente inconsistência da demanda judicial por seus próprios méritos, a ação ainda ganhou força antes de virar objeto de chacota dos moradores da cidade, em virtude do teor da réplica apresentada pelo autor, que contou com um parecer desenvolvido pelo doutrinador local Juvêncio de Farias, asseverando que "sendo objetiva a responsabilidade do Estado, mesmo que este não pudesse interferir na lascívia dos que festejavam, o estudante jamais poderia ter saído tão amuado de um evento público".
Ao autor da demanda, no entanto, como resultado de uma "aventura jurídica" que já entrou para o folclore daquela municipalidade, não restaram apenas consequências nocivas. Afinal, em que pese a sentença que deu cabo ao processo ter julgado a demanda totalmente improcedente, o estudante se saiu vitorioso após ter arranjado como namorada uma funcionária do setor de aconselhamento psicológico do município, que passou a freqüentar por indicação do próprio magistrado responsável pelo encaminhamento da lide.
Segundo a própria Municipalidade, tal acontecimento afetivo ocorreu sem nenhuma participação do Estado.
Fonte: "Gazeta Jurídica de Piracema Branca do Norte" / Novembro, 2007

joi, 18 octombrie 2007

Indenização para Promotor de Eventos Prejudicado por Apagão - MUITO INTERESSANTE

A 1ª Câmara de Direito Público do TJ de Santa Catarina reformou parcialmente sentença da comarca de São João Batista e condenou as Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A.- Celesc ao pagamento de indenização por danos materiais e morais no valor de R$ 46 mil em benefício do promotor de eventos Pedro Leite. Este, em agosto de 2002, promoveu, com recursos próprios, na Sociedade Recreativa Primavera, em Nova Trento, a festa “Motovinho”. Para a realização do evento pediu à Celesc um acréscimo de carga de energia elétrica, já que vários equipamento seriam ligados concomitantemente, com risco de sobrecarga. No terceiro dia dos festejos, contudo, por volta das 18 horas, houve pane no sistema elétrico, só restabelecido após à meia-noite. O apagão resultou no cancelamento de todas as atividades programadas para aquela noite. Leite afirma que teve grandes prejuízos materiais, com a devolução dos valores dos ingressos vendidos, despesas com sonorização e contratação de bandas. Além disso, informa ter sofrido também abalo moral, já que teve sua imagem e credibilidade difamadas perante os participantes da festa e os fornecedores, situação que o teria impossibilitado de continuar a atuar no ramo de promoção de eventos. Em primeiro grau, a Celesc foi condenada ao pagamento de indenização por danos materiais e morais no valor de R$ 70 mil. Inconformada com a decisão em primeira instância, a empresa apelou ao TJ-SC, sob argumento de que "a interrupção do serviço de fornecimento de energia elétrica se deu por negligência do promotor, que alterou as tensões de fornecimento do circuito que atendia ao evento sem autorização". Para o relator do processo, desembargador Vanderlei Romer, restou claro que o promotor do evento perdeu tempo e dinheiro. “A falta de energia elétrica ocorrida num dia de grande movimentação de público por certo causou-lhe, além dos prejuízos financeiros, aborrecimentos e constrangimentos". O julgado reconhece que a Celesc não produziu provas convincentes de que foi a imprudência do acionante a causa do infausto acontecimento. A votação, porém, reduziu o valor da indenização. O advogado João Oscar Krieger Merico atuou em nome do autor da ação.
(Proc. nº 2007.030232-1 - com informações do TJ-SC e da redação do Espaço Vital - www.espacovital.com.br)

marți, 2 octombrie 2007

Acidente no Hopi Hari - IML abriu investigação.

O texto de Tatiana Fávaro na mídia impressa "O Estado de São Paulo", informa que o Instituto Médico Legal de Jundiaí (IML) abriu ontem investigação sobre a causa da morte do estudante Arthur Wolf, de 15 anos que passou mal dentro de um brinquedo do Hopi Hari, parque de diversões localizado no Km 72 da Rodovia dos Bandeirantes, na sexta-feira. Em laudo preliminar, o IML indicou morte por edema pulmonar - acúmulo de água nos pulmões. Novos exames poderão ser feitos segundo o IML. Arthur estava no brinquedo Labirinto, no qual atores disfarçados de monstros dão sustos nos visitantes, quando passou mal e caiu no chão. Havia fumaça de gelo seco espalhada nos corredores da atração. Os técnicos do Hopi Hari informaram que a quantidade de fumaça era pequena e funcionamento do brinquedo foi aprovado pela Secretaria Estadual da Saúde. (texto com adaptações e links acrescentados)

vineri, 21 septembrie 2007

Consulta Pública sobre Norma da ABNT de Turismo Equestre

A ASSOCIAÇÃO FÉRIAS VIVAS informa que a ABNT colocou em consulta pública, os termos da norma de Turismo Equestre - Parte 1: Requisitos para produto. Os interessados poderão consultar e votar até 19/11/2007. Basta acessar http://www.abntnet.com.br/consultanacional/

duminică, 9 septembrie 2007

"Morte ilegal de touro em Monsaraz"

Como relata o Jornal de Notícias, "A GNR identificou os elementos da comissão de festas de Monsaraz, onde um touro foi ontem abatido ilegalmente no final de uma novilhada, e apreendeu a carcaça do animal. Contudo, fonte da GNR admitiu à agência Lusa não ter identificado, até ao início da noite, o autor material da morte.
Pela sexta vez consecutiva desde que entrou em vigor a legislação relativa à morte de touros na arena, em 2002, a comissão de festas tentou provar que a tradição se mantém ininterrupta há mais de um século, mas a pretensão foi indeferida pela Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC)" (As hiperligações foram acrescentadas)
Este artigo está acessível em texto integral.

miercuri, 5 septembrie 2007

"ASAE defende língua portuguesa"

Não resisto a reproduzir aqui uma crónica do Escritor, e Jurista..., Manuel António Pina, publicada no Jornal de Notícias de hoje, "Leio nos jornais que a ASAE apreendeu numa feira de sexo no Algarve vários artefactos por não terem instruções em português. Julgo imaginar (embora a minha imaginação não seja tão fértil quanto a do sector empresarial em causa) o género de artefactos vendidos numa feira de sexo, mas não fazia a mínima ideia de que aquilo precisasse de instruções. Assim sendo, compreendo a preocupação da ASAE. A mensagem que quis passar aos feirantes algarvios de sexo é clara 'Cuidado com a língua!'. Mas, e os analfabetos? Não seria exigível que os tais artefactos tivessem também instruções em figurinhas? Não muito explícitas, pois haveria o risco de o cliente levar as instruções e deixar ficar o artefacto. Mas pode muito bem suceder um analfabeto (a palavra tem sonoridades prometedoras) usar impropriamente o artefacto, com consequências imprevisíveis, se não para a saúde pública (dependerá do artefacto), para a sua própria saúde. Os juristas designam de 'difusos' os interesses dos consumidores que a ASAE tem por missão proteger. Ora, o dos consumidores analfabetos de artefactos sexuais é decerto o mais difuso de todos eles. Entretanto, pelo sim pelo não, já fui verificar se a minha escova de dentes tem instruções em português. Posso estar tranquilo, tem." (As hiprligações foram acrescentadas)

miercuri, 15 august 2007

"Lei não obriga a vistoriar equipamentos de diversão"

Na edição de hoje do Diário de Notícias, as jornalistas Kátia Catulo e Paula Sanchez denunciam que "A segurança dos equipamentos dos recintos de diversão itinerantes, idênticos ao da feira onde anteontem morreu uma criança, não é fiscalizada por nenhuma entidade, por inexistência de legislação. O Estado português pode mesmo vir a ser condenado por omissão de legislação, como aconteceu há uma década com o caso Aquaparque, recinto de diversões aquáticas onde morreram duas crianças, em 1993.
A opinião foi manifestada ao DN por Jorge Morgado, secretário-geral da Deco - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores - que denuncia a falta de um enquadramento legal para todos os equipamentos que são instalados em parques de diversão, sejam de natureza fixa ou itinerante. 'Um empresário que queira montar um carrossel, uma pista de carrinhos de choque ou uma montanha-russa não é obrigado a solicitar um licenciamento específico a qualquer entidade', disse." (As hiperligações foram acrescentadas)
Este texto está disponível na íntegra.