Se afișează postările cu eticheta Brasil. Afișați toate postările
Se afișează postările cu eticheta Brasil. Afișați toate postările

vineri, 1 aprilie 2011

O Rio, devagar, volta a sorrir turisticamente

Uma cidade, como o Rio, que é o principal produto turístico do país precisa ser acariciada constantemente. O carinho é a mola-chave de sua sobrevivência, não só no âmbito das políticas governamentais mas na própria população, que, constantemente, deve demonstrar sua auto-estima.
Há, na verdade, problemas que precisam de solução urgente: o caos do trânsito, em particular na Zona Oeste, que ganha, diariamente, um novo condomínio; a falta de sinalização turística em inglês; os postos de informações turísticas; a capacitação dos policiais que trabalham em áreas turísticas; e, finalmente, o aeroporto Internacional do Rio, para citar os principais.
No entanto, floresce um boom de alegria, que começou com o Carnaval. Sobretudo aquele de rua, valorizado e trabalhado pela prefeitura. Apesar dos mijões, houve um esforço grande das autoridades municipais em disciplinar a cidade e mantê-la na mídia com novas conotações, como a cidade dos eventos, das grandes pré-estréias mundiais, enfim, de uma cidade revigorada, apesar da dengue .
Uma de minhas atividades é justamente medir a satisfação dos que nos visitam. As inúmeras pesquisas acadêmicas, realizadas por nossa equipe, no âmbito do Rio demonstram que, devagar, a percepção dos turistas vai mudando. A violência urbana não aparece mais como um grande problema, sobretudo pela evolução trazida pelas UPPs em diversos bairros e a política de duplas na orla de Copacabana, adotada pela Policia Militar. A presença efetiva dos policiais em algumas áreas turísticas é essencial para a nova visão da cidade.
Precisamos também ampliar a forma como o mundo nos vê. Já sabemos que somos hospitaleiros, que nossa alegria contagia, que a prestação de serviço é adequada, embora cara e algumas vezes informal, pelo espírito brincalhão do carioca. Vamos desmitificar algumas idéias: de que chegamos sempre atrasados, que há um jeitinho para resolver qualquer problema, que pessoas importantes não são importunadas e que nossa cabeça é malhação e sexo. A preocupação com a saúde e o exercício físico se impõem numa sociedade onde o trabalho aparece em primeiro plano e são renegados os valores do lazer. O mundo deve nos observar como uma cidade onde se trabalha, que se pensa soluções para a sustentabilidade, em horários determinados e que se a praia está cheia, é porque pessoas entram de férias, aproveitam momentos livres e não vivem da fiscalização da natureza, termo pejorativo, que utilizam para quem não faz nada.
A cidade ganha novos hotéis e uma vontade do empresariado turístico em construir com o poder público, uma nova sensação de crescimento ordenado. Precisamos,é claro aumentar o número de visitantes internacionais,que diminuem anualmente.A grande oportunidade é aproveitar o atual momento,com a criação de 12 grandes eventos, um a cada mês e promover efetivamente o Brasil, em mercados prioritários. Os mercados potenciais fazem parte de uma política promocional mas o ideal é aquele que responde rapidamente a campanhas que deveriam ser desenvolvidas.
Tenho que acreditar no Rio, pois faz parte da minha atividade e da minha alegria de poder contribuir, de forma humilde com nossa cidade maravilhosa mas acredito que a força de um núcleo receptor está em seus habitantes, que com suas reclamações, exigências, associações de moradores denunciam, exigem mudanças e vão aprimorando o Rio.
Meu otimismo requer uma dose de paciência, com os processos administrativos vagarosos, com a falta de continuidade de projetos ou ainda a negação da contribuição de administrações anteriores. No entanto, vislumbro com felicidade a nova secretaria de turismo do estado do Rio,o vigor e empreendedorismo da Riotur e a criação de uma subsecretaria de esportes e eventos,que poderia centralizar grande parte dos eventos da cidade.
Meu Rio volta a sorrir, timidamente mas com a virtude de poder caminhar com força total para um momento de reflexão, operação e mudança.

Bayard Boiteux é diretor do curso de Turismo da UniverCidade e preside o site Consultoria em Turismo(www.bayardboiteux.pro.br)

miercuri, 16 februarie 2011

Pós-Graduação em Direito do Turismo - EPD

Estimados amigos, colegas e parceiros do Lex Turistica Nova,

Em 2004, lancei o primeiro curso brasileiro de Direito do turismo no Brasil, sob a chancela da Faculdade de Direito da Universidade Metodista de Piracicaba. O curso foi oferecido e por uma série de fatores externos à nossa vontade, não obteve êxito.

7 anos depois, com um projeto amadurecido e atento às necessidades do profissional do Direito, notadamente, do advogado que efetivamente milita em causas relacionadas ao turismo, lançamos, novamente, o curso de pós-graduação Lato-sensu em Direito do turismo, agora sob a chancela da reconhecida EPD - Escola Paulista de Direito e com professores de reconhecidas instituições de ensino de todo Brasil, bem como experts na advocacia relacionada ao turismo.

O curso será oferecido QUINZENALMENTE, aos SÁBADOS, para privilegiar colegas que residam em outros Estados.
Aproveitem!

CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE O CURSO DE DIREITO DO TURISMO

luni, 10 ianuarie 2011

Turista morre em acidente de buggy em Fernando de Noronha

FELIPE LUCHETE
DE SÃO PAULO

Um jovem de 23 anos morreu depois de sofrer um acidente com um buggy na madrugada de sexta-feira (7) no arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco.
O administrador de empresas Arthur Najm Strapetti, de São Paulo, passava as férias com a família no local.Strapetti havia saído de uma festa e, por volta das 4h, voltava sozinho à pousada onde estava hospedado quando perdeu o controle da direção, de acordo com o delegado Emanoel Serapião, da Polícia Civil.
O veículo capotou em uma curva da BR-363. Ainda conforme o delegado, Strapetti foi socorrido e levado consciente e com fraturas ao hospital São Lucas, no arquipélago.De lá, ele seguiu para Recife e seria levado a São Paulo, mas morreu à tarde, quando o avião ainda sobrevoava o Estado de Minas Gerais.A polícia aguarda resultado de perícia no buggy, que havia sido alugado. De acordo com Serapião, a suspeita é que o acidente foi resultado de falha humana.
Em redes sociais, Strapetti se identificava como proprietário da Acto Eventos, empresa do ramo de festas e formaturas, e graduado pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
A Folha entrou em contato com a família do administrador na tarde de ontem (9), mas ninguém quis se pronunciar.
O jovem Arthur Najm Strapetti é a segunda vítima fatal em um acidente com buggy neste ano no arquipélado de Fernando de Noronha.
No último dia 2, outro acidente com dois moradores do arquipélago causou a morte de Alexandre Soares, 29, e deixou ferido o condutor do veículo. Na ocasião, o buggy havia se chocado contra um poste na Vila dos Remédios.

duminică, 5 decembrie 2010

Lei do turismo brasileira é regulamentada

Estimados amigos, colegas e leitores do Lex Turistica Nova,

Em 03/12/2010 o DOU publicou o Decreto 7381/2010 com a regulamentação da Lei do turismo... agora é o momento de verificar se funcionará ou não. Se a regulamentação representará um avanço ou um retrocesso. Desejamos sucesso. Nos próximos dias, prepararemos uma análise do citado ato administrativo.

Atenciosamente,

Prof. Rui Badaró
Presidente do IBDTur
Presidente da SIDETUR

Lei do turismo brasileira é regulamentada

Aos interessados,

Segue o link com o Decreto 7381/2010 que regulamenta a Lei do turismo

Cordialmente,
Dra. Camile De Luca Badaró.


joi, 25 noiembrie 2010

O Rio de Janeiro entra em colapso novamente

A cidade dita maravilhosa entra em novo colapso. Para nossa tristeza, estamos mais uma vez no início da alta estação,vivendo uma série de ações negativas, que vão afugentar nossos consumidores turísticos. É a volta da dengue, da ineficiência dos aeroportos, dos portos e da segurança. A população anfitriã, personagem vital nas relações com o desenvolvimento da cidade está acuada, medrosa, gritando por uma resposta efetiva das autoridades. Chega de maquiagem, de Top Tours na comunidade Santa Marta .... Vamos buscar soluções que são prometidas em campanhas marqueteiras às vésperas das eleições e são esquecidas no dia seguinte...
Como um turista pode querer visitar uma cidade em guerra? Carros incendiados, arrastões nas ruas, as maiores comunidades ainda dominadas pelo poder paralelo, além de uma falta total de ações voltadas efetivamente para o turismo. Enfim, entende-se a razão pela qual o país recebe cada vez menos turistas, apesar de um pseudo plano Aquarela, desenvolvido pelo governo federal, que gasta somas altíssimas e que ainda não mostrou resultados efetivos.
No entanto, o que mais nos deixa perplexos, mais uma vez, é a falta de uma ação de relações públicas das autoridades turísticas e uma reação aos ataques hoje veiculados no mundo inteiro. Bandidos passam atirando em ruas e nos jornais mundo a fora aparece o nome do Rio. Até o momento, foram 1200 veiculações negativas em jornais e sites: Guerra no Rio pode afetar eventos, diz um conceituado jornal europeu.
Sabemos que nossa atividade está sujeita a um constante devir mas precisamos de um pouco de paz para trabalhar. A paz só vai ser encontrada no momento em que for duplicado o contingente de policiais militares nas ruas, que forem pagos salários reais aos membros das forças de segurança que inibam um segundo emprego, que sejam criados conjuntos habitacionais para nossos valentes membros da segurança, que a Anac fiscalize de fato as empresas aéreas e que os aeroportos passem por uma reformulação no atendimento, entre outras ações. E sobretudo que nos tornemos plurais e não fiquemos escondidos em discursos, que escondem a homofobia, a falta de entendimento das religiões afrodescedentes e as minorias éticas.
A cidade partida, que devo confessar começa a ser reorganizada pela atual Prefeitura padece de um choque de ordem no formato de gestão da segurança e das políticas públicas de melhoria de qualidade das populações mais pobres. Chega de assistencialismo, de bolsa família. Vamos lutar por uma educação de qualidade, um sistema de saúde real e não upas sem as devidas condições de sobrevivência.
Acordei mais uma vez muito preocupado com os rumos que o turismo se vê obrigado a sentir quando a cidade é cenário de uma guerra, de boatarias pelas redes sociais e de início de cancelamento de reservas.
Conclamamos as autoridades a pensarem nas soluções propostas e sobretudo não se descuidarem nunca das respostas imediatas aos mercados emissores, deixando claro que apesar de tudo, o governo está nas ruas, tentando minimizar os impactos negativos, dentro de suas possibilidades.

Bayard Do Coutto Boiteux é diretor da faculdade de Turismo da UniverCidade e preside o site Consultoria em Turismo.

vineri, 12 noiembrie 2010

Regulamentação de Profissões no Turismo: fora mico!

Em junho de 2009, manifestei-me sobre o assunto da regulamentação das profissões... endosso novamente as palavras do Ministro Gilmar Mendes.

Mendes afirmou que a Constituição é clara ao estabelecer que o Estado só pode regular atividades profissionais que exijam saber científico.
Segundo técnicos do STF, não consta nas ações da Corte nenhum outro recurso questionando a obrigatoriedade do diploma. "Nós vamos certamente ter outras discussões no que diz respeito à liberdade de profissão. Nós temos essa tradição corporativa de muitos anos.
O plenário do STF decidiu ontem, por 8 votos a 1, que a obrigatoriedade do diploma para jornalista era inconstitucional. Os ministros do STF aceitaram o recurso interposto pelo Sertesp (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo) e Ministério Público Federal contra a obrigatoriedade do diploma. Para o STF, a profissão de jornalista não exige nenhum saber específico.
O ministro Celso de Mello aproveitou o julgamento da exigência do diploma de jornalista para criticar os congressistas que insistem em editar projetos de lei que não respeitam os preceitos constitucionais para regulamentar uma profissão. "Existem leis que regulam de maneira abusiva as profissões. É preciso ter consciência que a Constituição estabelece que a regulamentação do Estado deve ocorrer em profissões que exijam saber cientifico específico e não para aquelas que são baseadas na intelectualidade.
A mera leitura das emendas desses projetos de lei evidencia a absurdez dessas regulamentações. Há projetos que propõem regular a profissão de modelo de passarela, de designer de interiores, de turismólogos. Todas as profissões são dignas, mas há uma Constituição que precisa ser observada e impõe limites", disse.
Durante o julgamento, o presidente do STF comparou jornalistas com cozinheiros.
"Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área.
O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até à saúde e à vida dos consumidores", disse.

vineri, 15 octombrie 2010

Considerações sobre o dia do mestre

Hoje, dia 15 de outubro, se celebra o Dia do Mestre. Parece brincadeira, mas cada vez mais existem menos mestres. A vida foi retirando das ambições das atuais gerações, a vontade de lecionar. Há disciplinas como Física e Química , em que conseguir um professor é cada vez mais difícil.
É uma triste realidade para a Educação nacional mas compreensível para um país que não respeita seus educadores, remunerando-os de forma inadequada e sem priorizá-los nas políticas públicas. Para alguns gestores, as instalações e os equipamentos são de vital importância e o professor fica em segundo plano, inclusive sendo substituído por tutores não presenciais, em sistemas de educação à distancia, cuja qualidade é, na maior parte dos casos, questionável.
Precisamos entender que o professor é a figura que revoluciona as mentes de seus alunos, trazendo para sala de aula a discussão sobre a formação da cidadania, e não só da empregabilidade. Ele é a mola de mudança de percepção do indivíduo numa sociedade globalizada, que quer comportamentos padrões, sem respeitar a individualidade e a pluralidade, que devem ser as características do meio acadêmico.
O mestre , apesar de todas as dificuldades, continua lutando por uma sociedade em que oportunidades de aprendizagem devem ser compartilhadas, e não impostas. O mundo é dos que desejam fazer da educação um instrumento de novas visões e de sementes de vida mutante.
O Brasil, que deverá atravessar mudanças nos próximos meses, merece que a Educação seja administrada de forma real, num país que almeja sair do subdesenvolvimento mas que continua se beneficiando do assistencialismo.
Quando dizemos real, referimo-nos a uma administração que possibilite não metas preestabelecidas, mas reciclagem e revisão constante, através da participação de alunos, familiares e funcionários nas mudanças estratégicas dos conteúdos disciplinares e dos projetos pedagógicos.
Ser professor não pode ser um bico, nem uma forma de ganhar projeção no mercado, mas uma vontade muito grande de criar um cidadão pensante, politizado, capaz de brigar por seus direitos e ser reconhecido.
Vamos também de uma vez por todas entender que a universidade não é o único caminho na sobrevivência, e que o ensino técnico é às vezes de maior empregabilidade para um país que forma doutores que ficam estagnados em suas teses, de pouca aplicabilidade ou sem saber o que fazer.
Mestre, você merece carinho, afeto, respeito, agradecimento diário, pois você ainda acredita na Educação. Vamos comemorar o Dia do Mestre, sim, com grande pompa, mesmo que interna, dentro de nossos corações, ávidos por um Brasil melhor e com Educação.

Bayard Boiteux e Mauricio Werner são professores universitários e coordenam os cursos de turismo e Hotelaria da UniverCidade.

duminică, 22 august 2010

O episódio do Hotel Intercontinental

Acordei revoltado, mais revoltado do que habitualmente. Ao ler meu clipping diário, verifiquei que o episódio do hotel Intercontinental, um cinco estrelas do Rio, em plena Maratona, que havia sido invadido por delinqüentes, que fugiam de uma comunidade estava estampado em 130 jornais estrangeiros e 45 sites, dos quais grande parte era de países que enviam turistas para o Brasil, que a cada ano recebe menos visitantes internacionais, apesar de todos os esforços promocionais.
Por outro lado, recebi aproximadamente 800 emails de meus amigos e conhecidos mundo a fora, pedindo maiores informações e extremamente preocupados com tal fato, na imagem já desgastada do Rio, no mercado internacional. Sem saber muito bem o que responder pois vivo dizendo que o Rio não é mais violento do que outras grandes cidades, que não temos atentados terroristas e que o exemplo da organização do Carnaval e do Réveillon mostram nossa capacidade técnica, tive que ficar calado, preferindo alegar que era uma fatalidade, discurso preferido do setor turístico.
Fico, no entanto, preocupado com as informações que invadem nossas casas diariamente, durante a campanha eleitoral, com a apologia das chamadas unidades pacificadoras. Elas foram um esforço pontual do governo do Estado, na valorização dos imóveis do entorno, num processo de melhoria da cidadania dos moradores e da nova policia militar. Ocorre que o Rio não tem policiais suficientes, nem orçamento suficiente para uma pacificação geral, tendo inclusive deixado de lado as comunidades mais perigosas como a Rocinha, o Vidigal e o Alemão, onde a presença do poder paralelo ocorre diariamente. É preciso repensar o modelo de atendimento ao aparato policial, priorizando a inteligência, os salários, o armamento, as fronteiras e a qualificação. São itens vitais para uma verdadeira política de Estado, que obrigatoriamente deve se apoiar na policia federal, extremamente bem qualificada.
As fotografias, cenas, vídeos no Youtube, comentários nos sites de relacionamento demonstram a preocupação do cidadão comum, do morador da área ou simplesmente daquele que quer ainda a sobrevivência do Rio. Cabe aqui algumas sugestões colhidas ou desenvolvidas anteriormente e que foram simplesmente deixadas de lado: encontros mensais com os correspondentes estrangeiros em forma de café da manhã com pautas positivas e reuniões com o corpo consular dentro da mesma tática. Deram frutos muito positivos, enquanto as coordenei nos governos Cesar Maia e Marcello Alencar. Precisamos agir com mais humildade e dar prosseguimento a programas relativamente baratos mas que contribuem na melhoria e aprimoramento da imagem institucional do Rio.
Sempre digo e repito: o Brasil precisa de um Ministério da Segurança Publica, que tenha uma secretaria de segurança turística, com diretrizes e recursos voltados para os principais pólos turísticos. São necessários de forma urgente a implantação de corredores de segurança turística em todos os bairros da cidade com os contingentes de policiais já lotados naquelas áreas,para coibir situações, como a do Intercontinental. Não se pode também conceber que integrantes das forças de segurança desenvolvam ações isoladas para prender traficantes, que deram origem ao episódio Intercontinental. Os hotéis devem também fortalecer sua segurança interna e externa, aumentando o número de profissionais para tal tarefa, fazendo uma integração real com os batalhões vizinhos e ajudando financeiramente da forma que podem a segurança. Vamos voltar com os prêmios de viagens que instituímos com o apoio da Abav e da ABIH. Tenho certeza que os empresários estão de acordo com o incentivo a nossos policiais militares, civis, bombeiros e guardas municipais.
A ação do batalhão de choque para resolver o problema foi rápida e eficaz, devo confessar mas não foi suficiente para os danos que a cidade do Rio sofreu mais uma vez. Até porque agora só se fala em eventos esportivos e sua inserção na cidade, esquecendo providências básicas como sinalização e informação turística, sempre relegadas a um segundo plano.
Que os clamores de um professor universitário, filho de um exilado e sempre pronto para ajudar o Rio sejam ouvidos e analisados. O Rio sempre vai precisar de atenção e pequenos gestos em tais ocasiões.Vamos aprender com quem sabe: o maior especialista em segurança turística do mundo, Peter Tarlow, ministrará diversas palestras no Rio, no dia 05 de outubro. É a segunda vez que vem ao Rio. Quem sabe, desta feita, as autoridades e o trade se interessam...

Bayard Do Coutto Boiteux é professor universitário, escritor, preside o Site Consultoria em Turismo e coordena o curso de Turismo da UniverCidade.

luni, 26 iulie 2010

Agência Reguladora não pode criar infrações sem lei

Por Paulo Cantergiani

Exigência básica imposta aos particulares que se propõem a contratar com o Estado é a comprovação da regularidade fiscal. Não por outra razão, as certidões negativas ganharam uma expressão muito superior ao que efetivamente representam e raros são os casos em que a Justiça não tenha sido provocada para obrigar o Estado a emitir certidão positiva com efeitos de negativa em razão da discussão do débito perante o Judiciário.
Não fosse só esta a dificuldade enfrentada pelos prestadores de serviço público em geral, as empresas de transporte interestadual e internacional de passageiros se deparam com nova dificuldade: os mais variados pedidos administrativos formulados à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) só são analisados se comprovado o recolhimento das chamadas multas impeditivas, que são aquelas não mais sujeitas a recurso administrativo[1]. Caso contrário, serão indeferidos.
Embora haja decisão judicial recentemente confirmada pelo TRF da 1ª Região no sentido de suspender os efeitos de todas as multas lastreadas no Decreto 2.521/98 (que dispõe sobre a exploração do serviço de transporte de passageiros), persiste ainda o extenso rol de infrações criado pela própria ANTT através da Resolução 233/03, onde foram repetidas a maioria daquelas infrações do Decreto. Ou seja, na prática as mesmas autuações continuam a ser deflagradas agora com base na Resolução, e estas multas continuam travando os processos administrativos em curso perante a Agência.
Acontece que as mesmas vicissitudes e os mesmos defeitos que contaminam as multas do Decreto 2.521/98 também afetam aquelas previstas na Resolução 233/03, ou seja, em ambos os casos falta previsão legal para a autuação das empresas. A criação destas multas a partir de uma Resolução fere o Princípio da Legalidade onde se estabelece que qualquer restrição de direitos só pode ser feita por Lei, e Resolução não é, nunca foi e nunca será Lei, pois não passa pelo crivo do Congresso Nacional.
Diferentemente da ANTT, as multas do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), por exemplo, têm força para restringir direitos porque provém de lei em sentido formal.
Então, qualquer entrave criado pela Agência em processos administrativos por conta de multas impeditivas baseadas na Resolução 233/03 é ilegal. A Agência tem meios próprios para executar na Justiça os créditos que entende possuir, e não pode abusar do poder regulador para condicionar a atividade da empresa ao pagamento das multas que ela própria criou.
O Judiciário reprova esta conduta, já tendo decidido em diversas situações “que a subsistência da ilegal terá o condão de embaraçar o desempenho de atividade econômica e profissional lícitas, com inegáveis prejuízos irreversíveis ao autor, o pedido liminar deve ser acolhido, até mesmo porque não teria sentido o administrado efetuar o pagamento da pena pecuniária para, depois, resgatá-las por meio de ações judiciais”.
O empresário não pode consentir com exigências ilegais que lhe são impostas pelo Estado, e conta com a salvaguarda do Judiciário para ser ouvido e atendido.

[1] Exemplos disso são as Resoluções de nsº 2.484/07 (art. 1º) e 1.166/05 (art. 4º, § 2º).

vineri, 16 iulie 2010

Revista CONSULEX dedica número ao TURISMO

A aclamada revista jurídica Consulex dedicou sua edição 324 de 15 de julho de 2010 ao turismo. Com artigos do Ministro do Turismo, Dr. Luiz Barreto (não confundir com o homônimo da Justiça), do Prof. Dr. Gladston Mamede, deste que escreve esta nota, Prof. Rui Badaró, dentre outros.

Vale a pena conferir! http://www.consulex.com.br/

luni, 12 iulie 2010

Peter Tarlow virá ao Rio em Outubro

O Professor Bayard Boiteux, diretor da Faculdade de Turismo da UniverCidade trará ao Brasil, em Outubro, o maior especialista em segurança turística do mundo, o norte-americano Peter Tarlow.
Com o apoio da American Airlines, Hotel Ipanema Plaza, Fundação Cesgranrio, Planet Work, Site Consultoria em Turismo-Bayard Boiteux e da UniverCidade, Peter estará ministrando um workshop no dia 06 de outubro sobre Eventos Esportivos e Segurança, uma palestra para as forças de segurança turistica do Rio e uma apresentação fechada só para convidados. As atividades vão acontecem no Teatro da UniverCidade, em Ipanema.
Para Mauricio Werner, da Planet Work, "é uma oportunidade ímpar de conhecermos alguns cases que foram assessorados por Peter e as sugestões que pretende apresentar para o Rio."
Tarlow, que já publicou vários livros e está vindo ao Rio pela segunda vez, espera que as autoridades de segurança aproveitem os eventos para se aprimorar, assim como o trade turístico, mormente hoteleiros, organizadores de eventos e transportadores.
Maiores informações serão prestadas na primeira semana de Agosto, através do email eventur@univercidade.br

A Copa do mundo,o Rio e o turismo

Com a vitória da Espanha, na África do Sul, o Brasil é agora o centro das atenções da Copa de 2014. O país conseguiu com muita dificuldade sediar um dos maiores eventos esportivo do mundo, que levou, por exemplo, para a França, 500 000 turistas. Nossos desafios são muito grandes e temos que entender que o processo de captação e de marketing eleitoreiro terminou e que o momento é de trabalho, sobretudo no cumprimento das metas estabelecidas pela FIFA, que estão muito atrasadas.
Os aeroportos, mormente o Tom Jobim não pode passar apenas por uma maquiagem. Faz-se necessário a transformação do mesmo num equipamento mais moderno,voltado para o lazer dos passageiros e não só para embarque e desembarque. É lamentável que a idéia do governador Sergio Cabral de terceirizar a operação de nossos aeroportos não tenha sido levada adiante. Não podemos ter um caos aéreo e nem deixar de receber aviões com torcidas, como acaba de acontecer em Durban.
Precisamos também melhorar a qualificação de nossos recursos humanos, não com cursos a distancia de idiomas mas com um programa presencial de atendimento de excelência com informações específicas dos principais países emissores e como deverão ser tratados nossos consumidores. Foi-se o tempo em que uma população hospitaleira era suficiente. O trade turístico e os órgãos oficiais devem entender melhor o papel do turismologo, no novo processo de desenvolvimento turístico. O turismo oficial tem que abrir concursos públicos para bacharéis em turismo e hotelaria, assim como escolher melhor os que dirigem as empresas oficiais. Com raras exceções, as secretarias de turismo continuam sendo ocupadas por protegidos do executivo, sem desenvolvimento de planos de turismo. E para piorar a situação, alguns municípios e estados colocam numa mesma pasta turismo, esporte, cultura, para citar apenas exemplos...
Por outro lado, o plano diretor da cidade, em aprovação deve observar melhor a capacidade hoteleira da cidade e não liberar a construção de hotéis mas incentivar a mesma em locais da cidade que ainda podem ser aproveitados,como a zona oeste. O Rio ganhou pouquíssimos novos equipamentos nos últimos quinze anos e os poucos ainda devemos a investidores estrangeiros.
As obras nos estádios em todo o país estão atrasadas e muitas cidades não poderão sediar os jogos por falta de recursos ou ainda sem tempo hábil para as reformas necessárias. Haverá seguramente uma maior concentração ainda em certos destinos turísticos nacionais .
A segurança ainda é um entrave na comercialização do produto turístico. Não cansamos de sugerir que seja criado, no âmbito do Ministério do Turismo, um programa emergencial de capacitação turísticas pois os esforços dos governos estaduais não vão sobreviver se não existirem diretrizes efetivas da federação.
Acabamos de criar uma frente suprapartidária, para discutir os rumos do Turismo em nosso Estado e propor sugestões. Talvez seja também o momento de elegermos verdadeiras bancadas de deputados estaduais e federais que façam do Turismo sua bandeira de atuação. Temos muito poucos representantes no legislativo e alguns se aproveitam das eleições para incluir o turismo como mais uma opção.
A Copa poderá ser um marco de desenvolvimento do país, de melhoria de transporte, das desigualdades sociais cada vez maiores, apesar de todas as “bolsas”, se tivermos em mente, que não basta transparência, marketing mas que a palavra chave é trabalho, cronograma e vontade de fazer da COPA 2014, o maior evento que o mundo já viu, já que somos conhecidos pela excelente organização do Carnaval e do Réveillon...

Bayard Do Coutto Boiteux é diretor da Faculdade de Turismo da UniverCidade e Mauricio Werner-presidente da Planet Work

vineri, 9 iulie 2010

Lula desconstrói campanha de turismo e destaca perigos do Brasil em 2014

Num discurso de improviso, destinado a lançar uma campanha de promoção internacional do turismo no Brasil com vistas à Copa de 2014, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou uma imagem do país que o Ministério do Turismo não gostaria de ver enaltecida.
Lula alertou os estrangeiros sobre o risco de ser mordido por “uma sucuri destreinada”, disse que os brasileiros não sabem inglês mas são bons na arte de “mimicar”, garantiu que o país é tão bem servido de homens quanto de mulheres e lamentou que as pessoas vão ao cinema e na volta não encontram o carro, porque foi roubado.
A cerimônia com a presença do presidente ocorreu num espaço montado pelo governo, num centro de convenções, no coração de Johanesburgo. Lula passou um tempo folheando o discurso preparado para o evento. Mas deixou-o de lado e arrancou gargalhadas já ao mencionar as autoridades presentes. Chamou o prefeito Eduardo Paes, do Rio de Janeiro, de governador, corrigiu-se, mas acrescentou, rindo: “Mas um dia vai ser. Um dia vai ser”.
Lula elogiou a diversidade racial brasileira fazendo um contraponto com outros povos. “Quando você vê a Alemanha em campo, com exceção do brasileiro Cacau, você só vê alemão. Quando você vê o Japão, você só vê japonês. Quando você vê a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, você só vê coreanos, com a diferença que uns riem mais que os outros. No jogo Itália e Servia, não tinha um único negro nem no banco de reservas”.
Curiosamente, o filme exibido pelo Ministério do Turismo, para ser lançado assim que acabar a final da Copa de 2010, mostra um Brasil quase inteiramente branco. Até ao mostrar o público na arquibancada do Maracanã, a publicidade dirigida por Fernando Meirelles exibe em primeiro plano uma mulher loira.
Lula elogiou a beleza do brasileiro. E observou: “Quando eu falo em beleza, vocês têm que compreender que para cada sapo tem uma sapa. Ninguém fica sem seu par”.
Em seguida, o presidente fez uma digressão sobre os motivos que impedem o brasileiro de ir ao cinema. Queria fazer um paralelo com a dificuldade de levar turistas estrangeiros ao Brasil. E disse: “O cidadão vai ao cinema e depois quando vai buscar o carro, roubaram”.
Ao falar das belezas naturais do país, Lula mencionou especialmente o Amazonas, o Pantanal e a Chapada Diamantina. “A floresta mais incrível do mundo, rios maravilhosos, mas tem que ser de maneira ordeira. Se sair da linha, uma sucuri destreinada vai pegar vocês”.
Lula arrancou aplausos ao criticar as companhias aéreas brasileiras, que não têm vôos diretos para a África. Disse que é uma questão de honra para ele, assumida diante do presidente da África do Sul, Jacob Zuma, que este quadro seja mudado. “Não é possível que o avião brasileiro passe sobre a África e não pare. Tem que parar. O africano que quer ir para o Brasil tem que pegar um avião para Paris. Se ele vai até Paris, por que vai para o Brasil depois?”
O presidente também divertiu o público ao falar que o turista que for para o Nordeste vai encontrar um povo muito acolhedor, mas que não sabe falar inglês. “Mas tem a grande capacidade de fazer mímica. É a capacidade de mimicar (sic) do povo brasileiro”. Dirigindo-se a Marco Aurélio Garcia, assessor especial para assuntos internacionais, Lula perguntou: “Esse verbo existe?” E ouviu um não, mas o verbo existe segundo o dicionário Houaiss.
Lula encerrou o improviso lendo a última frase do discurso preparado para ser lido. “Eu ia ler meu discurso, mas não li. Então vou ler só a última frase. O Brasil está te chamando. Celebre a vida aqui”, disse, fazendo graça.

sâmbătă, 26 iunie 2010

Embaixadores do turismo carioca

Numa promoção da Fundação Cesgranrio, Planet Work, Site Consultoria em Turismo - Bayard Boiteux e os cursos de Turismo e hotelaria da UniverCidade, a cidade do Rio de Janeiro homenageia no próximo dia 01 de julho, na Casa Julieta de Serpa, no Flamengo, em evento fechado para 100 convidados, os novos embaixadores do turismo carioca.
Os escolhidos são Luiza Brunet, Diogo Nogueira, Fernando Chabert, Francis Bogossian, Leticia Spiller, Moyses Fuks, Haroldo Costa, Carlos Magno, Rogerio Schaffer, Felipe Niemeyer, Marcelo Ambrosio, Renato Gomes, Fernando Barros e Manuel Vieira.
Para Bayard Boiteux, idealizador do prêmio, nosso objetivo é criar um grande time que possa divulgar, através de seu trabalho, o Rio de Janeiro. É a 12 vez que Bayard coordena o evento, que ganhou uma novidade em 2010: o júri.
Pela primeira vez,os agraciados foram escolhidos por um júri plural formado pelas promoters Patricia Brandao e Amelinha Azeredo, a colunista Hildegard Angel, os professores Mauricio Werner e Roberta Guimaraes, o presidente da Fundação Cesgranrio, Carlos Serpa, Savio Neves do Corcovado e Maria Ercilia Castro, do Pão de Açucar, e o Prof Bayard Boiteux.
O evento está sendo coordenado pela Eventur - a empresa acadêmica de eventos da UniverCidade, formada por alunos de turismo e hotelaria, sob a supervisão da professora Cristiane Esteves, que será responsável pelo cerimonial.

sâmbătă, 19 iunie 2010

Como o preconceito é visto pelo carioca

Pesquisa coordenada pelo Professor Bayard Boiteux da UniverCidade revela como o preconceito é visto pelo carioca.
Foram entrevistados 800 cariocas, por telefone, de 01 a 10 de junho. 35% com nível superior, 40% com nível médio e 25% com nível fundamental. 40% vive na zona oeste, 35% na zona sul e 25% na zona norte.
Para 40% o maior preconceito é o religioso, seguido de 30% racial, 20% sexual e 10% político. No preconceito religioso, apontam as religiões de origem africanas as adventistas e o islamismo como as que despertam mais preconceito, no campo sexual os homossexuais e as lésbicas, no campo racial os negros. 60& acha que existe preconceito sexual na hora de contratar um homossexual ou uma lésbica, 70% acha que o racismo é economico, 45% aponta a necessidade de campanhas contra o preconceito, 35% o aprimoramento dos diplomas legais que tratam do assunto e 20% a inclusão de informações sobre preconceito nas escolas.
Dos entrevistados, 65% alega ter algum tipo de preconceito e 35% não tem nenhum.
O que acham?

luni, 14 iunie 2010

Novas regras da Anac que ampliam direitos dos passageiros já estão em vigor

Quero só ver!
Att.
Rui Badaró

Estão em vigor desde ontem (13) as novas regras para o setor aéreo que ampliam os direitos dos passageiros em caso atrasos e cancelamentos de voos e estipulam multas em caso de descumprimento.
A Resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diminui o prazo em que a companhia deve prestar assistência ao passageiro, amplia o direito à informação e exige a reacomodação imediata em casos de voos cancelados e interrompidos.
A nova regra obriga as companhias aéreas a reembolsar imediatamente o passageiro cujo voo for cancelado ou atrasar mais de quatro horas, se o bilhete já estiver quitado. O código anterior previa o pagamento em até 30 dias.
Outra novidade é o prazo para oferecer assistência ao passageiro. Antes, qualquer apoio material, que inclui acesso a telefone e internet, era feito depois de quatro horas. Com o novo regulamento, as empresas têm de proporcionar esse serviço uma hora depois do atraso ou cancelamento. Depois de duas horas, elas também são responsáveis pela alimentação do passageiro, e, a partir de quatro, pela acomodação em local adequado.
Se o voo tiver sido cancelado ou interrompido, o passageiro terá a opção de terminar o trajeto por meio de outro transporte ou esperar o próximo voo.
Em caso de problemas, as companhias aéreas têm de entregar aos passageiros um folheto com informações sobre os novos benefícios.
Para os passageiros, a nova legislação vai ajudar a melhorar os serviços do setor. “Acredito que isso vai obrigar as empresas a melhorar os serviços porque vai ser uma forma de puni-las”, afirma a administradora Lara Renna. Apesar de considerar a lei positiva, Lara acredita que alguns problemas não foram levados em conta. “O pior é que as companhias aéreas não oferecem um lugar para acomodar os passageiros enquanto esperam. A gente fica lá ao relento sem saber quando vai viajar”, destaca.
Para o motorista Jean Gleison, as multas, que variam entre R$ 4.000 e R$ 10 mil, deveriam ser maiores. “Se pegar no bolso das empresas, com certeza o número de cancelamentos e atrasos vai diminuir”. A servidora pública Lília Cavalcante criticou a falta de divulgação do novo código. Ela acredita que órgãos de defesa do consumidor e empresas do setor aéreo precisam informar os passageiros. “As companhias aéreas deveriam ser obrigadas a colocar essas regras no bilhete da passagem”, sugere.

sâmbătă, 22 mai 2010

vineri, 21 mai 2010

Visto para a Rússia vai cair em 7 de junho

Por PRISCILA PASTRE-ROSSI

São Petersburgo, na Rússia, já recebe mais turistas estrangeiros do que Veneza, na Itália. Segundo a OMT (Organização Mundial de Turismo), a cidade acolheu no ano passado mais de 3 milhões de visitantes.
Com isso, ela ocupa agora a 12ª posição entre as cidades europeias mais visitadas, se aproximando, em números absolutos, de destinos de peso, como Viena, Praga e Amsterdã.
Fundada em 1703 por Pedro, o Grande, São Petersburgo se firma como um dos destinos mais procurados por casais. Afinal, passear pela cidade não se restringe a visitas a museus, como o fantástico Hermitage. O passeio inclui percorrer todos aqueles canais, num clima que, certamente, convidará ao romantismo.

Visto russo
Boa notícia para quem estiver programando uma viagem à Rússia agora que se aproximam a semana de Dia dos Namorados e as férias de meio do ano: segundo a Embaixada da Federação da Rússia no Brasil e o Itamaraty, a partir do dia 7 de junho a necessidade de visto vai cair para viagens de curta duração. Ou seja, da parte burocrática, quem ficar viajando até 90 dias e não for trabalhar nem estudar só precisa estar com o passaporte em dia.
A mudança no sistema de visto, que visa aumentar o fluxo de turistas entre os dois países, é também uma boa economia para o viajante. Hoje, as taxas cobradas para a emissão do documento no Consulado-Geral da Federação da Rússia, em São Paulo, variam de US$ 65 (para sair em até dez dias úteis) a até US$ 185 (para ser agilizado e providenciado na hora).
O cancelamento da necessidade de visto entre as duas nações segue exemplos de países como Argentina, Venezuela, Cuba, Peru e Equador, que já têm acordos semelhantes com a capital russa, Moscou.

miercuri, 12 mai 2010

Brasil recebe ainda menos turistas em 2009

O Brasil recebeu 4,8 milhões de turistas estrangeiros durante o ano de 2009, com uma retração que foi 4,9% menor em relação aos números de 2008 – 5.050.099 contra 4.801.217. A Europa, principal emissora dos viajantes internacionais e que teve alguns dos países mais afetados pela crise econômica global, foi a grande responsável pelo recuo observado.
A maior queda foi a do mercado português, com 17,4%. Em seguida a Espanha, de 13,8%. Dois dos principais emissores e que tiveram situação econômica bastante comprometida no período.
Já a vizinha Argentina continuou mantendo a liderança no ranking de entrada dos turistas estrangeiros no país, com mais de 1,2 milhão de visitantes. Foram 1.211.159 em 2009, 193.484 a mais do que em 2008. A maioria desses “novos” turistas argentinos, 101 mil, vieram ao Brasil por terra, o que confirma o acerto da estratégia do Ministério do Turismo de aumentar a promoção do Brasil nos países vizinhos.
"O fluxo intra-regional é responsável pela maioria das viagens internacionais em todo o mundo. O fenômeno é observado nos destinos europeus, asiáticos, e também na América do Sul. Daí a atenção dada à promoção internacional nos últimos anos", afirmou o ministro do Turismo, Luiz Barretto, lembrando que a redução no fluxo de visitantes estrangeiros foi compensada pela grande movimentação do mercado doméstico, com recorde histórico na movimentação aérea.
Em 2010 pode-se considerar que o ano começou promissor, com sinais de crescimento do fluxo de turistas estrangeiros para o Brasil. Em janeiro e fevereiro o número de desembarques aéreos internacionais cresceu, em média, 16,53% em relação ao mesmo período do ano passado. O gasto dos turistas estrangeiros no Brasil aumentou em média 16% no primeiro trimestre em relação ao três primeiros meses de 2009.